Enxergando a vida de diferentes ângulos

Coaching por Sulamita Martins

Na verdade nós vivemos a realidade que nosso cérebro cria a partir de percepções do mundo exterior. A riqueza do mundo exterior é extremamente vasta para que possa ter sentido para o nosso sistema nervoso.

À partir das informações colhidas no mundo externo pelos nossos órgãos dos sentidos, ” filtramos” um grande número de informações, simplificando e depois trabalhando com aquelas que são interessantes segundo nossas crenças, valores, pressuposições, entre outros fatores.

 

Ou seja, vivemos nossa própria realidade!

 

Uma boa analogia é feita com um território e o seu respectivo mapa. Por mais detalhado que seja o mapa, ele não é o território. Para a construção do mapa sempre se dará maior relevância a uma determinada informação (por exemplo: vegetação em detrimento do relevo ou bacias hidrográficas).

O corpo humano, com certeza, é visto de modo diferente pelo médico, artista plástico e pelo fisioculturista. Ou seja, o mesmo mundo externo é visto e entendido diferentemente por três sistemas nervosos distintos sendo que a atividade profissional agiu apenas como filtro.

Nossas crenças, valores, profissões, cultura, interesses, memórias, experiências anteriores, etc, agem como filtros das experiências que extraímos do mundo exterior. E quais os mecanismos que o cérebro utiliza para construção dos mapas?

 

 

Parte do mundo externo é simplesmente omitida. Por exemplo: ao descrevermos uma árvore podemos salientar seu tamanho, cor, se tem flores ou não e omitir toda a curvatura de seus galhos ou o número deles, e assim por diante. Ou seja, a partir de uma experiência conhecida generalizamos para as próximas. É o que nos permite saber que ao girarmos a válvula de uma torneira sairá água. Se não fosse assim cada vez que você visse uma torneira teria que estudá-la para saber como ela funciona. Você se lembra da primeira vez que esteve frente a uma torneira de sensor eletrônico? Por acaso você ficou procurando a válvula. É o que nos dá a capacidade de criatividade. Você pode imaginar como seria se você tivesse duas asas e pudesse voar entre as nuvens?

 

É sofrendo a intervenção desses mecanismos e filtros que montamos nossa representação interna (nosso mapa) a respeito do mundo. Não existe um mapa melhor ou pior. A pergunta aqui seria; melhor em relação a quê? Existe um mapa mais rico em opções, portanto mais flexível frente a uma situação externa.

 

Sendo assim, teremos como elemento controlador de uma situação, o elemento mais flexível. Quanto maior o número de comportamentos seu possíveis maior a chance de sucesso.

Ter um caminho só para atingir seu destino pode ser perigoso. Portanto, que tal mais flexibilidade?

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